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A adaptação em anime de Shuumatsu no Valkyrie estreou na Netflix  dia 17 de junho e, como o esperado de uma obra que mexe com diversas figuras religiosas, não demorou muito para aparecer seus primeiros problemas.


De acordo com alguns usuários do Reddit, todo o material de promoção do anime na Índia já vinha passando por fortes censuras, sempre removendo as aparições de Shiva e referências a cultura Indiana, mas as coisas ficaram mais sérias quando o anime foi lançado oficialmente, sendo banido do serviço da Netflix pouco tempo depois.


Os problemas já tinham começado em outubro de 2020, quando um membro da Sociedade Universal de Hinduísmo fez uma crítica sobre o mangá estar usando as divindades da sua religião de forma errada, apontando que as lutas poderiam passar a impressão errada de seus Deuses.




A cada mil anos os Deuses se reúnem no que chamam de “Conferência sobre a Sobrevivência da Humanidade” para votar se os seres humanos devem ou não continuar vivos. Após sete mil anos de existência, os Deuses entram em um consenso de que a humanidade já teve chances de mais, e que deve ser destruída por conta de seus inúmeros erros.


Antes que a decisão fosse tomada, a líder das valquírias, Brunilda, decide tomar o lado da humanidade e sugerir uma disputa onde os Deuses deveriam enfrentar os humanos em combates de 1 x 1. Confiantes em suas vitórias, os Deuses aceitam o desafio após ouvir algumas provocações de Brunilda, que logo em seguida parte em busca de 13 campeões da humanidade, para que possam enfrentar os Deuses e interromper o fim do mundo.


Fonte: Kudasai

Shuumatsu no Valkyrie foi cancelado na Índia!




A adaptação em anime de Shuumatsu no Valkyrie estreou na Netflix  dia 17 de junho e, como o esperado de uma obra que mexe com diversas figuras religiosas, não demorou muito para aparecer seus primeiros problemas.


De acordo com alguns usuários do Reddit, todo o material de promoção do anime na Índia já vinha passando por fortes censuras, sempre removendo as aparições de Shiva e referências a cultura Indiana, mas as coisas ficaram mais sérias quando o anime foi lançado oficialmente, sendo banido do serviço da Netflix pouco tempo depois.


Os problemas já tinham começado em outubro de 2020, quando um membro da Sociedade Universal de Hinduísmo fez uma crítica sobre o mangá estar usando as divindades da sua religião de forma errada, apontando que as lutas poderiam passar a impressão errada de seus Deuses.




A cada mil anos os Deuses se reúnem no que chamam de “Conferência sobre a Sobrevivência da Humanidade” para votar se os seres humanos devem ou não continuar vivos. Após sete mil anos de existência, os Deuses entram em um consenso de que a humanidade já teve chances de mais, e que deve ser destruída por conta de seus inúmeros erros.


Antes que a decisão fosse tomada, a líder das valquírias, Brunilda, decide tomar o lado da humanidade e sugerir uma disputa onde os Deuses deveriam enfrentar os humanos em combates de 1 x 1. Confiantes em suas vitórias, os Deuses aceitam o desafio após ouvir algumas provocações de Brunilda, que logo em seguida parte em busca de 13 campeões da humanidade, para que possam enfrentar os Deuses e interromper o fim do mundo.


Fonte: Kudasai

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